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Posts Tagged ‘Lei de Deus’

A Bíblia Sagrada não é apenas um livro; é uma verdadeira biblioteca, composta por 66 livros, sendo 39 no Antigo Testamento e 27 no Novo Testamento. E muitos se enganam julgando que o único assunto abordado por ela é “religião”. Nela, aprendemos sobre a história do mundo antigo, com importantes detalhes do estilo de vida, dados demográficos, geográficos, costumes, valores morais, etc., não só do povo hebreu como de diversas nações ao seu redor.

O livro de Levítico é um verdadeiro compêndio da normatização, pelo próprio D’us, da forma de culto que Ele mesmo instituiu para que o povo pudesse cultuá-lo e, desse modo, firmasse uma aliança com Ele. O livro de Deuteronômio, por sua vez, volta a citar as leis que foram dadas ao povo hebreu conforme a narrativa de Êxodo, Levítico e Números, tanto que seu nome vem do grego e significa “repetição da lei”.

A Lei, conforme dada por D’us na Bíblia Sagrada, embora tida como ultrapassada ou mesmo invalidada por muitos, até hoje influencia o ordenamento jurídico de diversas nações do mundo, tanto que o “direito natural” é considerado, basicamente, o direito inerente e intrínseco dado por D’us ao ser humano, como relata o Apóstolo Paulo na Epístola aos Romanos, Capítulo 2, versículos 14 e 15.

“O Direito na Bíblia” é um livro multidisciplinar que transita entre o direito e a bibliologia. Do Gênesis ao Apocalipse, o autor, Regis Fernandes de Oliveira, Bacharel em Direito pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, professor titular de Direito Financeiro na Faculdade de Direito do Largo São Francisco (USP), faz uma análise da narrativa bíblica, discorrendo sobre as infrações previstas nas normas jurídicas e respectivas sanções citadas no Código Penal, Código Civil, Constituição Federal, entre outros.

Vejamos um trecho do livro:

“Como fomos aprovados de D’us para que o evangelho nos fosse confiado, não como para agradar aos homens, mas a D’us que prova o nosso coração” (2,4). É independência religiosa e de ideias, bem como de credo religioso. Fala Paulo no direito ao trabalho, na partilha e esforços, para que ninguém seja pesado para outro. Assim, “trabalhando dia e noite, para não sermos pesados a nenhum de vós…” (2.9). Com tal comportamento, nãos e infringe alguns dos dispositivos do Código Penal (arts. 197 a 207), que cuidam dos crimes contra a organização do trabalho. (Página 157)

O autor faz uma série de considerações a respeito do texto bíblico para explanar seu conteúdo de acordo com o que é ensinado nos cursos jurídicos, atualmente, no Brasil, ou seja, ele mostra que a Bíblia Sagrada trata de crimes como roubo, assassinato, rapto, apropriação indébita, corrupção, entre tantos outros, destaca os referidos crimes em sua narrativa, fornece-lhes a devida definição jurídica e cita as ordenações jurídicas em que hoje se enquadram no direito brasileiro.

É um ótimo material para estudantes de direito e advogados que buscam conhecer mais a fundo a Bíblia de acordo com as suas perspectivas e conhecimentos da área do direito, e para teólogos, seminaristas e outros cristãos que procuram entender como a lei de D’us influencia a sociedade na esfera legal até o dias de hoje.



Título: O Direito na Bíblia
Autor: Regis Fernandes de Oliveira
Editora: Conceito Editorial
Páginas: 199
Onde Comprar: http://www.martinsfontespaulista.com.br

Fonte: Blogando a Palavra do meu amigo e irmão Kleber Pedroso.

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Uma estudante adventista matriculada numa universidade católica do interior de São Paulo conseguiu na Justiça, na semana passada, o direito de não ir às aulas às sextas à noite e aos sábados de manhã.

Quielze Apolinario Miranda, 19, é da igreja Adventista do Sétimo Dia, que prega o recolhimento da hora em que anoitece nas sextas-feiras até o fim do dia dos sábados.

Aluna do 1º ano do curso de relações internacionais da USC (Universidade Sagrado Coração), instituição fundada por freiras católicas em Bauru na década de 1950, Quielze nunca foi às aulas noturnas às sextas e aos sábados e corria o risco de ser reprovada por faltas.

Ela diz ter tentado negociar com a reitoria para apresentar trabalhos alternativos. A USC, de acordo com a estudante, negou em várias instâncias o pedido.

“Geralmente, em outras faculdades é mais fácil. O pastor entrega uma cartinha falando sobre liberdade religiosa e o aluno consegue a dispensa”, afirma. “Aqui, não consegui.”

TRABALHO EXTRACLASSE

No último dia 16, o advogado da aluna, Alex Ramos Fernandez, entrou com mandado de segurança na Justiça Federal de Bauru.

Solicitou a substituição das atividades das 18h das sextas às 18h dos sábados por “prestações alternativas”, como trabalhos extraclasse.

“O que ela estava buscando era uma igualdade para preservar o sentimento e a intimidade religiosa dela”, diz.

“Nesses casos o aluno até estuda mais, pois os professores dão trabalhos mais elaborados do que assistir a uma aula. Não há uma quebra de isonomia entre os alunos.”

AMPARO LEGAL

O juiz da 3ª Vara Federal de Bauru, Marcelo Zandavali, concedeu uma liminar que obriga a USC a oferecer atividades alternativas.

De acordo com o texto, a USC alegou que faltava ao requerimento da aluna “amparo legal”.

O magistrado discordou da instituição e baseou sua decisão nos artigos 5º e 9º da Constituição e na lei paulista nº 12.142, de 2005, que assegura ao aluno esse direito em respeito à sua religião.

A USC informou que só vai se manifestar depois de ser oficialmente notificada.

Segundo o advogado de Quielze, que é adventista e se especializou em casos como o dela, a Justiça vem atendendo, nos últimos anos, aos pedidos de alunos adventistas e judeus, que também guardam os sábados.

A igreja Adventista do Sétimo Dia, religião cristã que surgiu nos anos 1840 nos Estados Unidos, tem como doutrina a crença que Jesus voltará -o advento- e que os mortos dormem, inconscientes, até a ressurreição. Existe no Brasil desde 1894.

Fonte: Folha

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Infelizmente o vídeo abaixo não está na íntegra. Assistam e depois leiam o comentário.

Muito interessante, não é mesmo? Mas como o vídeo não está completo fica meio difícil tirar uma conclusão sobre o comentário do padre, porque falta o contexto. É possível que ele esteja apenas comentando a realidade do povo judeu, então quando ele diz que não é certo trabalhar no sábado talvez esteja se referindo apenas aos dias de Cristo. Mas pode ser também que não, e que ele estaja trazendo o mandamento para os nossos dias e fazendo uma declaração que estrapola a linha doutrinária do Catolicismo. Das duas hipóteses a última parece ser a mais provável. Não é a primeira vez que Fábio de Melo se posiciona, e de forma sincera, se declara contrário a alguns dogmas do Catolicismo.

Que Deus abençoe cada vez mais o padre Fábio de Melo, e tantos outros padres que são ávidos pela verdade. E abençoe também os que não são, para que possam enxergar com os olhos do Espírito, não se deixando embaraçar pelas tradições da Igreja.

E uma benção especial para nós que temos o dever de anunciar o Sábado ao mundo. Muitas das vezes, o que falta para que pessoas sinceras assim se convertam, é apenas o clamor do povo Deus anunciando Seu Evangelho Eterno.

Emerson Freire

PS.: Valeu pela dica Tiago.

Atualizado:

O leitor Osvani postou em seu comentário o link com o vídeo completo. Nele podemos ver que o padre Fábio de Melo apenas usa a questão do sábado nos dias de Cristo para ilustrar seu comentário. No vídeo Fábio de Melo discorre sobre o erro de se ater a letra da lei (tanto a Lei de Deus quanto a dos homens). Quando fazemos isso podemos acabar incorrendo em erro, pensamos estar fazendo o certo mas no fim erramos, como os fariseus que criticavam Cristo por curar no sábado. No fim o discurso do padre Fábio era sobre legalismo.

O sermonete não era exatamente sobre aquilo que dava a entender no vídeo editado, padre Fábio não estava pregando sobre o sábado. Ainda assim podemos aprender muito com suas palavras. Para quem quizer assistir ao vídeo na íntegra é só clicar no mesmo logo abaixo.

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