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Posts Tagged ‘Ecumenismo’

Em Assis, na Itália, o papa Bento XVI reúne hoje (27) em um culto ecumênico representantes de 300 religiões e ateus. É a primeira vez em que pessoas que não acreditam na existência de Deus participam das cerimônias. O objetivo é promover um dia de reflexão e fé, segundo o Vaticano. É o 25º aniversário do Dia Mundial de Oração pela Paz, que começou com o papa João Paulo II, em 1986. O papa fará um sermão, na Basílica de Santa Maria dos Anjos, e em seguida, haverá a participação dos representantes de várias religiões e dos ateus. O Vaticano organizou ainda um almoço. Em seguida, Bento XVI e os líderes religiosos irão do Convento de Santa Maria dos Anjos em direção à Praça São Francisco de Assis, onde será encerrada a cerimônia ecumênica. A cidade italiana se tornou famosa por ser o local onde nasceu São Francisco e em que ele fundou a ordem Franciscana, no século 13. A região tem pouco mais de 25 mil habitantes, mas guarda a arquitetura original e a Basílica de Santa Maria dos Anjos, um local que atrai turismo.

(Estadão)

Comentário: “Quando o protestantismo estender os braços através do abismo, a fim de dar uma das mãos ao poder romano e a outra ao espiritismo, quando por influência dessa tríplice aliança os Estados Unidos forem induzidos a repudiar todos os princípios de sua Constituição, que fizeram deles um governo protestante e republicano, e adotar medidas para a propagação dos erros e falsidades do papado, podemos saber que é chegado o tempo das operações maravilhosas de Satanás e que o fim está próximo.”

A profecia acima está se cumprindo bem diante dos nossos olhos. O Papado tem se esforçado muito na promoção de uma união inter-religiosa, e até aqui tem alcançado êxito. Em breve veremos configurado um novo quadro religioso no mundo. Tempos difíceis estão chegando, por isso devemos levar o Evangelho a todos, sem perda de tempo, sem desperdiçar forças.

Emerson Freire

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A presidente do sínodo da Igreja Evangélica, Kathrin Göring-Eckardt, afirmou nesta sexta-feira de manhã (23/09) à emissora NDR, antes do seu encontro com o Papa Bento XVI, que decorreu ao final da manhã, que deseja ver católicos e protestantes a celebrar juntos os 500 anos da Reforma iniciada por Martinho Lutero, que se assinalam em 2017.

Papa e Nikolaus Schneider reunidos em Erfurt (Thomas Peter/Reuters)

Citada pela página de internet Religiondigital, Kathrin Göring-Eckardt acrescentou que não seriam de esperar, hoje, quaisquer acordos sobre os pontos centrais que dividem as duas igrejas. Um dos temas objecto de debate é a possibilidade de os católicos poderem comungar nas celebrações luteranas e os protestantes poderem fazer o mesmo na missa católica.

Essa prática, frequente na Alemanha apesar da interdição do Vaticano, é reivindicada por muitos crentes e comunidades, como forma de dar passos concretos na aproximação comum entre as diferentes igrejas cristãs.

Nesse sentido foi exactamente a declaração do presidente da Igreja Evangélica, Nikolaus Schneider, que pediu passos claros na reconciliação ecuménica. Em declarações à rádio pública alemã, Deutschlandfunk, afirmou Schneider, a propósito dos 500 anos da Reforma protestante: “Devemos encontrar-nos já ao mesmo nível.”

De acordo com a mesma fonte, Nikolaus Schneider acrescentou que, por muito que ambas as igrejas se aproximem, o Papa não poderá ser nunca, para os protestantes, a mais alta instância dogmática e jurídica. “Isso não seria aceitável.”

Já no encontro em Erfurt, no mosteiro onde Lutero viveu como monge católico, antes de romper com o papado, Nikolaus Schneider afirmou, perante o Papa, que Lutero “é a chave que une” a Igreja católica e a Igreja Evangélica (ou Luterana).

No seu discurso, Bento XVI rendeu homenagem ao iniciador do protestantismo, sublinhando a sua “paixão profunda” pela questão de Deus.

Declarando-se “emocionado” por estar naquele “lugar histórico”, o Papa alemão, 84 anos, afirmou: “O que não dava paz [a Lutero] era a questão de Deus, que era a paixão profunda da sua vida e o centro da sua vida e do seu caminho.” E acrescentou: “O pensamento de Lutero e a sua profunda espiritualidade estavam completamente centrados em Cristo” e a grande pergunta de “toda a sua investigação teológica e de toda a sua luta interior” foi “como ter um Deus misericordioso”.

Apesar de ter dito várias vezes, após ter sido eleito Papa, em Abril de 2005, que são necessários passos concretos no diálogo ecuménico, Ratzinger disse hoje que “o mais necessário para o ecumenismo” é que católicos e protestantes se ajudem mutuamente a acreditar e não percam “o que têm em comum”, nem cedam perante a “pressão da secularização”.

No seu discurso, o Papa considerou como “um erro dos tempos de afirmação confessional ter sublinhado sobretudo aquilo que separa” e não ter percebido “o que têm em comum” católicos e protestantes. E citou: “As grandes pautas da Sagrada Escritura e as profissões de fé do cristianismo antigo.”

O Papa considerou que, perante a “ausência de Deus” que se nota cada vez mais na sociedade, os cristãos correm o risco de “ceder à pressão da secularização” e “ser modernos adulterando a sua fé”. Mas esta tem que ser “pensada e vivida” de forma “nova”, para ser algo do presente, afirmou.

Fonte: Público

Comentário: Como já disse antes, estamos no limiar de grandes acontecimentos. Há quem diga que Ellen White não teve o verdadeiro dom de profecia. Alguns dizem que ela foi esperta, e outros que ela foi doente. Mas eu vejo outra coisa. O que eu vejo é o desenrrolar da história confirmando os textos escritos por essa mulher. Eu desafio qualquer um a encontrar um outro profeta que tenha descrito o futuro da forma com ela descreveu, e que tenha suas profecias se cumprido como tal. Não vai encontrar. O texto acima é uma pequena prova do que estou dizendo. Protestantes buscando a união como o papado, e até mesmo reinvidicando isso. Leiam os textos abaixo, escritos por Ellen White, e tirem suas próprias conclusões. E vale lembrar aqui que esses não são os únicos textos. Leiam os últimos capítulos de O Grande Conflito, vocês se encontrarão inseridos nos eventos descritos.

“Não conseguimos ver como a Igreja romana poderá desembaraçar-se da acusação de idolatria. E esta é a religião que os protestantes estão começando a encarar com tanto agrado e que finalmente se unirá com o protestantismo. Esta união não será, porém, efetuada por uma mudança no catolicismo, pois Roma não muda. Ela declara possuir infalibilidade. É o protestantismo que mudará. A adoção de idéias liberais, de sua parte, o conduzirá ao ponto em que possa apertar a mão do catolicismo” (Review and Herald, 1 de junho de 1886).

“Os protestantes lançarão toda a sua influência e poder ao lado do papado” (Maranata, Meditações Matinais 1977, p. 179).

Emerson Freire

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Embora tenha havido polêmica durante a visita do papa Bento 16 a Israel e aos territórios palestinos, representantes do Vaticano, de Israel e da Autoridade Palestina disseram à BBC Brasil que a passagem do pontífice pela região foi “histórica e bem-sucedida”.

O papa Bento 16 termina nesta sexta-feira sua visita a Israel e aos territórios palestinos, definida pelo Vaticano como “peregrinação pela paz”, com uma visita à Igreja do Santo Sepulcro, em Jerusalém, onde segundo a tradição cristã, Jesus foi crucificado e sepultado.

Durante os últimos cinco dias, o papa visitou Jerusalém, Nazaré e a cidade de Belém, e se encontrou com líderes políticos israelenses e palestinos.

O pontífice esteve nos principais lugares sagrados para as três religiões monoteístas e realizou três missas a céu aberto, com participação de dezenas de milhares de pessoas.

De acordo com o porta-voz do Vaticano em Jerusalém, Wadi Abu Nassar, “a visita foi muito bem-sucedida”.

Nassar destacou que a visita trouxe “muita alegria aos cristãos da região e lhes deu esperança”.

“A visita de Sua Santidade a esta região contribuiu para as relações tanto com os israelenses como com os palestinos e esperamos dar continuidade à aproximação com todos”, disse Nassar.

Incidentes

O porta-voz do Vaticano não mencionou, em sua declaração à BBC Brasil, alguns incidentes que ocorreram durante a visita e que causaram desconforto no Vaticano.

O principal incidente ocorreu depois da visita de Bento 16 ao Memorial do Holocausto Yad Vashem, em Jerusalém. O discurso do papa durante aquela visita foi recebido com duras críticas por parte do próprio Yad Vashem, de líderes políticos e religiosos e também por parte da imprensa local.

O papa foi acusado de omitir, em seu discurso no Yad Vashem, a responsabilidade dos nazistas pelo extermínio de seis milhões de judeus durante a Segunda Guerra Mundial e também de “não ter pedido desculpas”.

O Vaticano reagiu com uma nota incisiva, afirmando que “Sua Santidade não é obrigado a pedir desculpas por algo que não fez e que havia mencionado os seis milhões de judeus exterminados no Holocausto no momento de sua chegada a Israel, já no aeroporto Ben Gurion”.

No entanto, o governo israelense não compartilhou da opinião do Yad Vashem e afirmou que o museu “falou em seu próprio nome”.

Ao resumir a visita do papa, o porta-voz do ministério das Relações Exteriores de Israel, Yossi Levy, disse à BBC Brasil que “apesar dos momentos delicados que ocorreram nesta visita, o governo israelense a considera um dos eventos mais importantes da história do país”.

De acordo com Levy, a visita foi “especial e muito bem-sucedida”.

“Temos certeza de que, nesta visita, o diálogo entre Israel e o Vaticano avançou de maneira significativa”, disse. “Este foi um encontro histórico com contribuições politicas, culturais e religiosas da maior importância.”

João Paulo 2º

Embora o sentimento popular aqui em Israel seja de que a visita do papa João Paulo 2º, em 2000, teria sido “melhor e mais simpática”, do que a visita de Bento 16, considerada “fria”, analistas dizem que do ponto de vista do conteúdo, o atual pontífice fez pronunciamentos que indicam uma maior aproximação com Israel do que seu antecessor.

Em artigo no jornal Haaretz, o analista Lior Kudner comparou os discursos feitos pelos dois pontífices.

Segundo Kudner, em sua visita no ano 2000, João Paulo 2º afirmou que “devemos, sempre e em todos os lugares, agir na direção de expor a verdadeira face dos judeus e do Judaísmo, assim como dos cristãos e do Cristianismo”.

Já o papa Bento 16, de acordo com Kudner, foi bem mais “direto” e disse que “a Igreja tem um total compromisso com a reconciliação entre cristãos e judeus”.

Para o governador do distrito de Belém, Salah Ta’mari, a visita foi um “sucesso absoluto”.

“A Autoridade Palestina está muito satisfeita com a visita do pontífice a Belém”, disse à BBC Brasil o governador, que faz parte da Autoridade.

“Apesar de nossas preocupações com questões de segurança, tudo transcorreu na mais perfeita ordem, harmonia, e devo mencionar principalmente a alegria que todos sentiram, principalmente o próprio papa”.

“Percebi que ele se sentiu seguro em nossa cidade pois percorreu Belém, durante toda a visita, com as janelas de seu carro abertas”.

“Também percebi que ele gostou muito quando as crianças do campo de refugiados de Aida iniciaram a dança da debka (dança tradicional palestina) com um trecho da Quinta Sinfonia de Beethoven, sei que ele é pianista”.

“Bento 16 foi honesto e justo, ele expressou solidariedade com os refugiados palestinos, condenou o Muro de Separação e defendeu a criação de um Estado Palestino independente”, concluiu Ta’mari.

Fonte – BBC
– 15 de maio de 2009

Nota Diário da Profecia: Outras manifestações correlatas em “Papa canta ode pela paz com rabino e imã“, “BXVI no Oriente Médio 2“, “Bento 16 no Oriente Médio ” e “Cristãos, islâmicos, judeus e o diálogo“. Sem dúvida, no balanço, outra incursão vitoriosa no processo de restauração da ferida.

Comentário: É possível perceber pela notícia que o trabalho de unificação das igrejas não se restringe apenas ao mundo protestante. Os diálogos ecumênicos entre a Igreja Católica e as cumunidades judaicas e islâmicas são velhos. Hoje vemos que os laços estão se tornando cada vez mais fortes e a supremacia papal receberá apoio não só de protestantes mas de outros seguimentos religiosos também. É preciso lembrar do símbolo de Babilônia expresso em Apocalipse 17. Lá é dito que ela tem suas filhas, o que podemos entender pelas denominações que seguem ou seguirão os estatutos romanos. Mas é preciso lembrar também que Babilônia era um império que transformava os reinos que conquistava em provincias. O que assistimos agora é esse trabalho de conquista de territórios. Babilônia antiga, após tomar uma nação, embora lhe conferisse certa autonomia, intrometia-se em sua cultura impondo costumes e mesclando sua religião com a do conquistado. Isso feria a identidade da nação, como podemos ver na própria história do povo de Israel. A Babilônia de hoje procura fazer o mesmo, só o método é que é diferente, em vez da força usa-se o diálogo inter-religioso.

Se você leitor quizer conhecer melhor os eventos futuros, recomendo que leia o livro O Grande Conflito. Você pode adquiri-lo pelo site da Casa Publicadora ou ler em seu navegador acessando o site www.ograndeconflito.com.br.

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