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O livro Na Mira da Verdade, fruto do programa televisivo da TV e rádio Novo Tempo, apresenta três seções que abordam (1) a apologética (defesa racional da fé), (2) alguns dos principais argumentos da Bíblia Apologética de Estudos, elaborados para refutar os adventistas, e (3) respostas a perguntas frequentes.
No capítulo sobre apologética, o jornalista, pós-graduado em jornalismo científico e mestrando em teologia Leandro Quadros demonstra biblicamente a importância da defesa da fé, como a apologética é utilizada no cenário brasileiro contemporâneo, oferece dicas para você agir num debate e argumentos para refutar a acusação de que o adventismo é uma “seita” herética.
Já no capítulo 2, são analisados alguns dos textos usados pelos adventistas e “reexplicados” pela Bíblia Apologética de Estudos, para que o leitor perceba que a referida Bíblia de Estudos apresenta sérias distorções quanto às doutrinas fundamentais das Escrituras.
E no capítulo 3, o leitor encontra uma série de respostas objetivas a alguns dos principais questionamentos apresentados pelos telespectadores e ouvintes do programa “Na Mira da Verdade”.
O volume 2 já está sendo preparado, mas, enquanto isso, você pode adquirir o Na Mira da Verdade (volume 1) pelo site www.leandroquadros.com.br. Acesse e conheça também o sumário do que é apresentado na obra. E, assim como muitos cristãos, incluindo pastores protestantes e líderes católicos e espíritas, conheça mais sobre as verdades bíblicas “que podem tornar-te sábio para a salvação pela fé em Cristo Jesus” (2Tm 3:15).

Eu 1988 encontrei na casa de um amigo um livro sem capa, com várias páginas rasgadas. Peguei o livro e comecei a ler partes e vi que se tratava de uma obra evangélica, pois comentava partes da Bíblia. O meu interesse pelo livro começou quando vi nele passagens comentadas do Apocalipse e que de alguma forma faziam menção a Revolução Francesa.

O tempo passou e outras vezes peguei o livro para folhear. Como o livro ficava numa estante, meio desprezado, pedi-o para mim e a dona do livro o deu. Levei para casa e comecei a ler, o único problemas é que haviam páginas rasgadas e não conseguia completar a leitura, acabei deixando-o de lado, guardado em minha estante. Eu não sabia oque estava acontecendo, mas aquele foi o meu primeiro contato com uma obra de Ellen White, e o livro em mau estado que me chamou tanto  a atenção era o Grande Conflito. Quando descobri isso, tratei de encontrar uma edição completa. Hoje o tenho em mãos, a versão completa e condensada, e aqui em casa temos mais do que um.

O Grande Conflito é um livro maravilhoso, capaz de descerrar as profecias bíblicas com uma inteireza e precisão impressionantes. Nele entendemos que a história segue um curso traçado por Deus, e que os eventos que marcaram a história já estavam previstos nas profecias bíblicas. Embora muitos do meio evangélico saibam disso, poucos são capazes de explicar com exatidão as profecias, a maioria ficando apenas na perigosa zona da especulação.

A Bíblia mudou a minha vida, e o Grande Conflito me ajudou a compreender melhor esse livro maravilhoso que é a Palavra de Deus. No dia 24, nós Adventistas do Sétimo Dia teremos um encargo importantíssimo em mãos. Levar a versão condensada do livro O Grande Conflito para os lares de milhares de brasileiros. Assistam abaixo o que esse livro pôde fazer na vida de uma família, e descubra o que ele pode fazer na sua. Em breve a Esperança estará batendo à sua porta.

Visite o site http://www.agrandeesperanca.com.br/

Uma leitura superficial das genealogias bíblicas pode deixar o leitor com a impressão de serem elas partes irrelevantes e enfadonhas inseridas ao texto sagrado. Mas estando comprometidos com “toda palavra que procede da boca de Deus” (Mt 4:4), não poderemos considerar insignificantes tais partes da Bíblia. A tradicional aversão às  genealogias pode ser superada pela compreensão da sua importância, das suas características básicas e das lições espirituais que podem ser delas extraídas.

A despeito de nem sempre serem completas, as genealogias bíblicas são relevantes. Elas fornecem informações fundamentais para se calcular a idade aproximada da raça humana, bem como para se datar alguns eventos bíblicos com seus respectivos protagonistas. Duas genealogias (ver Mt 1:1-17; Lc  3:23-38) comprovam que Jesus de Nazaré é descendente de Abraão (Gl 3:16) pela linhagem de Davi (Mt 22:42; At 2:29-31; Rm 1:3; 2Tm 2:8).

Considerando-se a genealogia de Cristo provida em Mateus 1:1-17, percebe-se uma lista numericamente simétrica, com três blocos de catorze nomes cada (v. 17), mas com a supressão de pelo menos quatro nomes – o verso 8 não menciona os reis Acazias, Joás e Amazias, que reinaram depois de Jeorão (e não Jorão) e antes de Uzias (cf. 2Cr 22:1; 23:11; 24:1, 27; 25:1; 26:1), e o verso 11 deixa fora o nome de Jeoaquim, filho de Josias e pai de Jeconias (cf. 1Cr 3:15, 16). Por outro lado, na mesma genealogia encontramos alusões a quatro mulheres: Tamar, Raabe, Rute e Bate-Seba, as quais, com exceção de Rute, tiveram um passado moralmente questionável (ver Gn 38; Js 2; 2Sm 11). Tais alusões podem ser entendidas como evidências concretas de que Jesus não veio “chamar justos e sim pecadores [ao arrependimento]” (Mt 9:13).

A genealogia de Cristo, em Mateus 1:1-17, avança progressivamente de Abraão até “José, marido de Maria” (v. 16), seguindo a linhagem do rei Salomão, filho de Davi com Bate-Seba (v. 6; 1Cr 3:5). Por sua vez, a genealogia em Lucas 3:23-38 retrocede de José até “Adão, filho de Deus” (v. 38), passando por Natã, outro filho de Davi com a mesma mulher (v. 31; 1Cr 3:5), razão pela qual muitos dos nomes mencionados entre José e Davi não aparecem em qualquer outra parte da Bíblia. Retrocedendo até Adão, Lucas procura mostrar que Jesus é o Salvador, não apenas dos judeus, mas de toda a humanidade, como está evidente na alusão de Simeão à salvação manifesta a “todos os povos: luz para a revelação dos gentios, e para a glória do Teu povo de Israel” (Lc 2:30-32).

Alguns críticos questionam a confiabilidade da genealogia pré-diluviana (ver Gn 5), sob a alegação de conter lacunas semelhantes às encontradas em Mateus 1:1-17. Mas essa alegação acaba desconhecendo as diferenças estruturais entre ambas as genealogias. Em Mateus, encontramos uma relação retilínea de nomes interligados pela expressão “gerou”, que pode significar um descendente imediato (filho) ou um descendente um pouco mais distante (neto, bisneto, etc.). Mas, no  livro do Gênesis, a genealogia pré-diluviana é enunciada de forma a não dar espaço a lacunas. É dito que alguém viveu determinado número de anos, gerou um filho, e viveu mais certo número de anos, e morreu. Por sua vez, aquele filho seguiu o mesmo processo. Portanto, não há possibilidade de lacunas como no caso de Mateus.

Além disso, das genealogias bíblicas podemos extrair importantes lições existenciais e espirituais. Elas nos ensinam, por exemplo, que a vida neste mundo não é eterna, e que as pessoas morrem com diferentes idades. Por conseguinte, não sabemos quando nossa própria vida chegará ao fim. Mas, por outro lado, as genealogias confirmam que, a despeito de todas as doenças e calamidades, Deus ainda preserva, por Sua misericórdia, a existência humana. Nas sucessões de nomes sempre  aparece um descendente, e assim a vida continua até hoje. Portanto, uma leitura mais detida das genealogias bíblicas pode fortalecer nossa própria vida espiritual.

Revista do Ancião (julho – setembro de 2008)

Dr. Alberto Timm

Reitor do Salt e coordenador do Espírito de Profecia na Divisão Sul-Americana, é quem responde.

Mais que a defesa de hábitos locais, a luta Loma Linda versus McDonald’s é símbolo da defesa de um futuro saudável

A batalha foi árdua e durou cinco horas. De um lado, moradores de Loma Linda, Califórnia, Estados Unidos. Do outro, prefeito e vereadores da cidade. Questão: deve-se permitir a instalação de um restaurante McDonald’s na cidade? Em qualquer outra parte a questão não provocaria qualquer dúvida. Mas Loma Linda é diferente. Considerada uma das poucas regiões do mundo em que grande porcentagem da população chega aos cem anos saudável e ativa, Loma Linda é uma das três Zonas Azuis, regiões caracterizadas pela longa vida de seus habitantes.  As outras duas ficam na Sardenha, Itália e Okinawa, Japão [leia mais aqui e aqui].

Loma Linda conquistou o status de única Zona Azul americana devido à maciça presença dos adventistas do sétimo dia, que promovem estilo de vida saudável no qual dieta vegetariana, exercícios, ausência de álcool e cigarro e forte vínculo espiritual são parte integrante.
Segundo o médico brasileiro Hildemar Feliciano dos Santos, professor na Universidade Adventista local, essa Zona Azul americana cresce em importância pelo fato de as demais zonas localizadas na Itália e Japão estarem ameaçadas pelos modernos hábitos de alimentação, disseminados de modo agressivo pelos restaurantes fast foods. “Os descendentes daqueles longevos nessas Blue Zones já não seguem o regime de seus antepassados e provavelmente não vão viver longos anos como viveram seus pais e avôs”, informa o médico.
Médicos, nutricionistas e outros profissionais de saúde, munidos de evidências científicas, criaram na cidade o Movimento de Saúde de Loma Linda e lutaram bravamente para impedir a instalação do restaurante  , relata o médico.
O interesse econômico falou mais alto e o pequeno exército de brancaleone vegetariano foi vencido com o duvidoso argumento de que o projeto já estava por demais avançado para qualquer recuo na programação. A batalha durou sete horas e só acabou à meia-noite do dia 13 de dezembro de 2011.
O embate teve repercussão nacional. “Muitas reportagens estão sendo feitas sobre a injusta derrota”, lamenta o médico que participou da luta até o último momento. “Jornais como o Los Angeles Times e o New York Timesestiveram entrevistando os membros do movimento de Loma Linda e simpatizando com a causa”, relata o profissional brasileiro que promete continuar promovendo o movimento de saúde de Loma Linda entre seus habitantes.
Entre o pesado arsenal de munições utilizadas pelos defensores da saúde, um argumento fornecido por levantamento local: estatísticas mostram que num raio de seis quilômetros a partir de um restaurante tipo fast food a prevalência de obesidade infantil aumenta 5% ou mais.
Assustadas com o gigantesco número de crianças obesas que aumenta a cada ano – 30% delas sofrem com essa doença atualmente –, e projeções que indicam 2020 como o ano em que todos os americanos estarão com excesso de peso, outras cidades começam a tomar atitudes. São Francisco está lutando contra o McDonald’s pelo costume de dar brinquedinhos para crianças que compram seus “alimentos” e a universidade de Vanderbilt fechou no mês passado – janeiro, 2012 – o McDonald’s que funcionava nas dependências de seu centro médico.
O correspondente de Vida Integral conclui lembrando que “há uma epidemia de enfermidades modernas como diabetes, excesso de colesterol, obesidade, pressão alta, doenças cardíacas e derrames cerebrais que estão relacionadas diretamente com o tipo de alimentação”.

Mini documentário amador, mas que encerra verdades avassaladoras. Assistam e reflitam, pois tudo o que será mostrado no vídeo está se cumprindo bem diante dos nossos olhos. Falta pouco meus irmãos, passou da hora de acordar do sono.

A Bíblia Sagrada não é apenas um livro; é uma verdadeira biblioteca, composta por 66 livros, sendo 39 no Antigo Testamento e 27 no Novo Testamento. E muitos se enganam julgando que o único assunto abordado por ela é “religião”. Nela, aprendemos sobre a história do mundo antigo, com importantes detalhes do estilo de vida, dados demográficos, geográficos, costumes, valores morais, etc., não só do povo hebreu como de diversas nações ao seu redor.

O livro de Levítico é um verdadeiro compêndio da normatização, pelo próprio D’us, da forma de culto que Ele mesmo instituiu para que o povo pudesse cultuá-lo e, desse modo, firmasse uma aliança com Ele. O livro de Deuteronômio, por sua vez, volta a citar as leis que foram dadas ao povo hebreu conforme a narrativa de Êxodo, Levítico e Números, tanto que seu nome vem do grego e significa “repetição da lei”.

A Lei, conforme dada por D’us na Bíblia Sagrada, embora tida como ultrapassada ou mesmo invalidada por muitos, até hoje influencia o ordenamento jurídico de diversas nações do mundo, tanto que o “direito natural” é considerado, basicamente, o direito inerente e intrínseco dado por D’us ao ser humano, como relata o Apóstolo Paulo na Epístola aos Romanos, Capítulo 2, versículos 14 e 15.

“O Direito na Bíblia” é um livro multidisciplinar que transita entre o direito e a bibliologia. Do Gênesis ao Apocalipse, o autor, Regis Fernandes de Oliveira, Bacharel em Direito pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, professor titular de Direito Financeiro na Faculdade de Direito do Largo São Francisco (USP), faz uma análise da narrativa bíblica, discorrendo sobre as infrações previstas nas normas jurídicas e respectivas sanções citadas no Código Penal, Código Civil, Constituição Federal, entre outros.

Vejamos um trecho do livro:

“Como fomos aprovados de D’us para que o evangelho nos fosse confiado, não como para agradar aos homens, mas a D’us que prova o nosso coração” (2,4). É independência religiosa e de ideias, bem como de credo religioso. Fala Paulo no direito ao trabalho, na partilha e esforços, para que ninguém seja pesado para outro. Assim, “trabalhando dia e noite, para não sermos pesados a nenhum de vós…” (2.9). Com tal comportamento, nãos e infringe alguns dos dispositivos do Código Penal (arts. 197 a 207), que cuidam dos crimes contra a organização do trabalho. (Página 157)

O autor faz uma série de considerações a respeito do texto bíblico para explanar seu conteúdo de acordo com o que é ensinado nos cursos jurídicos, atualmente, no Brasil, ou seja, ele mostra que a Bíblia Sagrada trata de crimes como roubo, assassinato, rapto, apropriação indébita, corrupção, entre tantos outros, destaca os referidos crimes em sua narrativa, fornece-lhes a devida definição jurídica e cita as ordenações jurídicas em que hoje se enquadram no direito brasileiro.

É um ótimo material para estudantes de direito e advogados que buscam conhecer mais a fundo a Bíblia de acordo com as suas perspectivas e conhecimentos da área do direito, e para teólogos, seminaristas e outros cristãos que procuram entender como a lei de D’us influencia a sociedade na esfera legal até o dias de hoje.



Título: O Direito na Bíblia
Autor: Regis Fernandes de Oliveira
Editora: Conceito Editorial
Páginas: 199
Onde Comprar: www.martinsfontespaulista.com.br

Fonte: Blogando a Palavra do meu amigo e irmão Kleber Pedroso.

O texto bíblico declara que a segunda vinda de Cristo seria precedida por um grande terremoto, bem como por sinais cósmicos no Sol, na Lua e nas estrelas (ver Jl 2:31; Mt 24:29; Mc 13:24, 25; Lc 21:25; Ap 6:12, 13). Os adventistas creem que estes sinais se cumpriram respectivamente com o terremoto de Lisboa, no dia 1º de novembro de 1755; o escurecimento do Sol e a Lua em cor de sangue, em 19 de maio de 1780; e a queda das estrelas, na noite de 13 de novembro de 1833. Mas pelos menos três argumentos básicos têm sido usados contra tais identificações.

Terremoto de Lisboa - 1 de Novembro de 1755

Um dos argumentos é que esses acontecimentos não passariam de fenômenos naturais, reincidentes e explicáveis cientificamente, que não poderiam ser considerados cumprimentos proféticos. Devemos reconhecer, no entanto, que esses fenômenos são “sinais” (Lc 21:25) mais importantes pelo seu significado do que pela sua própria natureza. Além disso, em várias outras ocasiões Deus usou meios naturais com propósitos espirituais. Por exemplo, o dilúvio envolveu água e uma arca (Gn 6-8); e entre as pragas do Egito haviam rãs, piolhos, moscas, pestes, úlceras, saraiva, gafanhotos e trevas (Êx 7-12). De modo semelhante, os sinais cósmicos, mesmo podendo ser explicados cientificamente, apontavam para importantes realidades espirituais.

Outro argumento usado contra as identificações acima mencionadas é que elas já estão demasiadamente distantes da segunda vinda de Cristo para ainda ser consideradas sinais desse evento. Mas Cristo deixou claro que esses sinais deveriam ocorrer “logo em seguida à tribulação daqueles dias” (Mt 24:29), ou seja, próximo ao término dos 1.260 anos de supremacia papal (Dn 7:25). Apocalipse 6:12-14 esclarece que a sequência terremoto>sol>lua>estrelas ocorreria no contexto da abertura do sexto selo, e não do sétimo selo, que é a segunda vinda de Cristo. William H. Shea, em seu artigo “A marcha dos sinais”, Ministério, maio-junho de 1999, p. 12-13, identifica a seguinte sequência profética: (1) o grande terremoto de 1755; (2) o dia escuro de 1780; (3) o juízo sobre a besta em 1798; (4) a queda das estrelas em 1833; e (5) o início do juízo investigativo pré-advento em 1844. Assim como o grande terremoto e o dia escuro precederam o juízo sobre a besta, a queda das estrelas antecedeu o início do juízo investigativo.

Um terceiro argumento contra tais identificações é que o terremoto de Lisboa em 1755 não foi o mais intenso abalo sísmico já registrado. Independentemente de sua intensidade, o terremoto de Lisboa foi o mais significativo, em temos proféticos. Como prenúncio do término dos 1.260 anos de supremacia papal, o terremoto ocorreu em um domingo, Dia de Todos os Santos, quando os devotos católicos estavam reunidos em suas igrejas, e nenhum dos supostos santos os conseguiu proteger. Otto Friedrich, em sua obra O fim do mundo (Rio de Janeiro: Record, 2000), p. 227-271, afirma que alguns padres e freiras anteviram em sonhos e visões que Lisboa seria destruída.

A posição tradicional adventista é confirmada em Nisto Cremos: as 28 Crenças Fundamentais da Igreja Adventista do Sétimo Dia, 8ª ed. (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2008), p. 417-419; e Tratado de Teología Adventista del Séptimo Día (Buenos Aires: Asociación Casa Editora Sudamericana, 2009), p. 1015-1017. Ellen G. White, em O Grande Conflito, p. 636-637, reconhece que, por ocasião da segunda vinda de Cristo, “o Sol aparecerá resplandecendo” à meia-noite e um “grande terremoto” abalará a Terra (Ap 16:18). Mas na mesma obra (p. 304-308, 333-334), a Sra. White assegura que os sinais cósmicos mencionados especificamente pelo profeta Joel (Jl 2:31), por Cristo (Mt 24:29; Mc 13:24, 25; Lc 21:25) e pelo apóstolo João (Ap 6:12, 13) se cumpriram respectivamente em 1755, 1780 e 1833. Portanto, a Igreja Adventista do Sétimo Dia aceita os eventos ocorridos nessas datas como sendo os sinais preditos em Mateus 24:29.

Texto de autoria do Dr. Alberto Timm, publicado na Revista do Ancião (outubro – dezembro de 2010).

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